Alana Magri, 15 anos, Santo Antônio do Sudoeste - Paraná
[…] Talvez me falte medo de escuro, medo de solidão, medo de sentir medo. Minha frieza chegou a um ponto, que o amor não é o sulficiente pra me fazer sorrir, e nem chorar. Falta-me medo de ser esquecido, falta-me medo de sentir traumas, falta-me as fobias da vida. Desligo meu coração aqui. Agora, ele é só um pedaço de pedra que me impede de chorar pela dor da ilusão novamente. É isso. (PdM)